O marketplace deve ser a prioridade em sua estratégia de expansão


Para a indústria e pequenos e médios lojistas, trata-se de uma forma de obter mais visibilidade e alcançar mais consumidores; para o grande varejo, é um caminho para obter diferenciação e conhecer melhor os clientes sem investir diretamente em categorias de cauda longa

Um dos grandes drivers de expansão do e-commerce no Brasil são os marketplaces. De acordo com o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, o volume de vendedores em shopping virtuais cresceu 90,7% entre setembro de 2017 e 2018, depois de ter crescido 24% no ano anterior. 

Esse crescimento foi puxado pela entrada de novos lojistas, já que 61% dos sellers operam há menos de um ano. Especialmente para pequenos e médios empresários, mas também para indústrias, fazer parte de um marketplace é uma maneira de apresentar seus produtos para um público maior, além de obter mais visibilidade por meio do marketing digital na plataforma online. 

Apesar do grande crescimento nos últimos anos, a expectativa é de expansão ainda maior. De acordo com o Global Payments Report, da WorldPay, o e-commerce deverá apresentar um crescimento anual da ordem de 19% até 2021 na América Latina, puxado pelas vendas no Brasil, o maior mercado da região. O Brasil está entre os dez maiores mercados de marketplaces do mundo, tendo movimentado R$ 73,4 bilhões em 2017, de acordo com a Ebit. Esse número, que engloba produtos novos e usados em transações B2C e C2C, representa uma expansão de 21,9% em relação ao ano anterior e é extremamente relevante, uma vez que as vendas do varejo online tradicional somaram R$ 47,7 bilhões. Os marketplaces são uma poderosa fonte de receitas para o e-commerce brasileiro.

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